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FFAA e de Segurança

 

Greve do SEF desconvocada

A greve agendada pelo sindicato do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) foi desconvocada. O Governo autorizou a contratação de 100 inspetores do SEF.

A ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, reuniu-se esta tarde com membros do sindicato.

(ionline 23/08/17)

 

Guardas prisionais iniciam greve e realizam vigília junto ao Ministério da Justiça

Os guardas prisionais iniciaram hoje uma greve, que se prolonga até sábado, pela regulamentação do horário de trabalho, atribuição de subsídio de turno, atualização da tabela salarial e aplicação do regime de pré-aposentação. O Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP) tem também marcada para hoje uma vigília na Praça do Comércio, junto ao Ministério da Justiça.

As reivindicações do sindicato não são novas e, em janeiro, deram origem a uma vigília de protesto junto do Palácio de S. Bento, em Lisboa. Os guardas prisionais continuam a exigir a aplicação da pré-aposentação de acordo com o praticado na PSP, a atualização da tabela remuneratória, a promoção a guarda prisional e ocupação dos lugares existentes nas categorias, uma regulamentação do horário de trabalho e um subsídio de turno.

A ministra da justiça disse, em junho, no parlamento, que o concurso para mais 400 elementos nos serviços prisionais deveria estar concluído este mês e que atualmente existem 6.627 guardas, reconhecendo que estão aquém do quadro definido.

(RTP 13/07/17)

 

Sargentos fazem hoje vigília em frente à residência do primeiro-ministro

A Associação Nacional de Sargentos (ANS) promove hoje uma vigília em frente à residência oficial do primeiro-ministro que pretende alertar para a necessidade de revisão do Estatuto dos Militares e quanto a preocupações sobre a assistência na doença. "Queremos entregar um documento no gabinete do primeiro-ministro a elencar as nossas principais preocupações porque, passados 19 meses da tomada de posse deste governo, continua tudo na mesma", sustentou o presidente da ANS, sargento Mário Ramos, em declarações à agência Lusa.

Mário Ramos indicou que o protesto foi marcado para assinalar os 60 dias passados da data em que um projeto de lei do PCP com alterações ao do Estatuto dos Militares das Forças Armadas baixou à Comissão de Defesa do parlamento sem votação. A alteração daquele estatuto é uma das revindicações da ANS, que considera que os problemas se arrastam sem solução, em áreas como a assistência na doença, o reconhecimento da formação dos sargentos ou o ingresso na carreira, que reclamam se faça para o posto de 2º sargento e não de furriel.

A ANS considera que o atual estatuto em vigor, alterado em 2015, "provocou um inqualificável retrocesso de 20 anos, ao baixar o posto de ingresso de 2º sargento para furriel". "Os chefes militares concordam connosco, dizem que foi um erro", declarou. Por outro lado, a ANS reclama que que, sendo o acesso à escola de sargentos feito com o 12º ano e durando a formação entre dois a quatro anos, que haja uma equivalência à licenciatura.

A associação opõe-se ainda ao regulamento de avaliação do mérito que, ao basear-se sobretudo nos louvores e condecorações atribuídos em detrimento da parte formativa, "vai fazer com que possa ser afetada a coesão e o espírito de corpo". "Há problemas no recrutamento para as Forças Armadas há anos. Se não tornarmos a carreira atrativa vão continuar", argumentou.

(Noticias ao minuto 12/07/17)